Como é feito o pré-natal após fertilização in vitro?

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No geral não existem muitas mudanças entre o pré-natal de mulheres que engravidam naturalmente e mulheres que realizaram uma fertilização in vitro.

No entanto, é necessária atenção em todos os casos e auxílio do obstetra para identificar casos de risco, principalmente devido algumas particularidades do tratamento de reprodução assistida.

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Quando a FIV é bem-sucedida, deve-se ter início o pré-natal logo que se confirma a gestação e nos três meses iniciais podem ser necessários alguns cuidados a mais para a gestante.

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Essa atenção especial nos primeiros meses é motivada pela sobrecarga emocional dos casais que precisaram realizar o tratamento de infertilidade e também devido os medicamentes tomados pela mulher para indução da ovulação comuns dos procedimentos de fertilização in vitro.

A partir do terceiro mês os cuidados da gestante por FIV é praticamente igual ao de uma mulher com gravidez natural.

Deve-se atentar apenas as particularidades do caso, pois não é incomum que o procedimento seja realizado em mulheres com idade mais avançada, o que gera alguns riscos específicos como diabetes gestacional ou que a FIV resulte em uma gestação múltipla, que aumenta riscos de nascimento prematuro.

Procedimentos da fertilização in vitro

A indução da ovulação realizada em tratamentos de baixa, média e alta complexidade pode ser feita com medicamentes distintos que possuem chances diferentes de resultar em uma gravidez de múltiplos:

– Ciclos induzidos por citrato de clomifeno: 10% de gestações múltiplas;

– Inseminação intrauterina com resposta de mais de um folículo: 10-20% de gestações múltiplas;

– Transferência de dois embriões em ciclos de FIV: 20-30% de gestações múltiplas.

Em alguns casos a fertilização in vitro pode também resultar em gestações mais complexas. Pacientes que realizam a FIV tem uma predisposição seis vezes maior de apresentar problemas na placentação, chances 2,7 maiores de ter pré-eclampsia e 2,4 chances a mais de ter DPP.

Esses fatores estão somados a gestações de maior risco de podem afetar também mulheres com concepção espontânea. É fundamental que a paciente tenha confiança no obstetra para que faça os exames necessários, além do acompanhamento correto do pré-natal, diminuindo os riscos desses e outros problemas.

Gestação tardia

Mulheres cada vez mais usam a fertilização in vitro para engravidar após os 35 anos, sendo que essas são consideradas gestações tardias e podem apresentar maiores riscos, como:

– Bebês com baixo peso;

– Prematuridade;

– Abortamentos espontâneos;

– Pré-eclampsia;

– Diabetes gestacional.

Mesmo com a maior assistência exigida por uma gestação tardia, os profissionais estão mais preparados para atender essas mulheres adequadamente e ter os cuidados necessários para as especificidades da situação.

Confira o guia completo do Ministério da Saúde sobre o pré-natal e sua importância.

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* Artigo gentilmente cedido pelo Dr. Giuliano Marchetti Bedoschi (CRM 130571) – Mater Prime.

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