Como escolher o embrião na fertilização in vitro

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Como escolher o embrião na fertilização in vitro

Uma etapa da fertilização in vitro é a seleção do embrião que será utilizado. Isso ocorre quando termina um ciclo de fertilização in vitro. O médico vai informar ao casal o critério de classificação para a definição da qualidade embrionária. Se você souber como escolher o embrião na fertilização in vitro, você estará mais preparada para essa conversa com o especialista.

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A classificação que determina a escolha do embrião depende da avaliação de elementos morfológicos do embrião, isto é, de uma análise da aparência deste, a partir de uma observação microscópica, que leva em conta características específicas ligadas à qualidade do embrião. Além disso, há uma avaliação da velocidade de clivagem, que consiste na multiplicação das células. Tal avaliação acontece de modo dinâmico.

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Quando chega o momento de selecionar o embrião durante a fertilização in vitro, existem diferentes sistemas de classificação, a começar pela fase de zigoto, que corresponde ao primeiro dia de vida embrionária, ou seja, nas primeiras 16 horas, aproximadamente. Nessa etapa, o médico analisa a simetria nas dimensões dos pró-núcleos, que são onde os cromossomos dos pais ficam. A classificação inicial ainda considera o número e a localização dos necléolos, bem como o aspecto visual do citoplasma, que está no interior do embrião.

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Também há um parâmetro que leva em conta a espessura da zona pelúcida no zigoto. Trata-se de uma camada gelatinosa, que se situa na parte externa e é rica em proteínas. Esse fator possui relação com a taxa de gravidez. Portanto, não se deve ignorar esse elemento na hora de escolher o embrião.

Já entre 24 e 28 horas depois que a fertilização é feita, ou seja, após a primeira clivagem, o médico vai avaliar a quantidade e a simetria dos blastômeros, que são as células. Durante essa segunda classificação, acontece a análise do nível de fragmentação celular. Para ser definido como um embrião de boa qualidade, ele deve ser simétrico e ter taxa de fragmentação baixa.

Normalmente, embriões de segundo dia apresentam de duas a quatro células, enquanto embriões de terceiro dia possuem entre seis e oito células. A classificação da fragmentação pode se alternar, mas ela tende a ser categorizada da seguinte forma: grau A ou I, em que a fragmentação é menor que 10%; grau B ou II, em que a fragmentação fica entre 10 e 25%; grau C ou III, em que a fragmentação é de 25 a 50%; e grau D ou IV, em que a fragmentação é maior que 50%. Por conta disso, até o terceiro dia de vida do embrião, é realizada a classificação com um número de células e uma letra ou um número romano.

A classificação embrionária ainda pode ser feita a partir da morfologia do citoplasma dos blastômeros, em relação à presença de células multinucleadas e conforme a espessura da zona pelúcida. Em geral, taxa de fragmentação superior a 25% tende a estar relacionada a menos chances de concepção, o que é similar para graus de fragmentação do tipo A e do tipo B. Porém, há casos em que embriões com taxas maiores que 50% estão associados a taxas maiores de alterações genéticas.

Para ser considerado de alta qualidade, o embrião deve estar no estágio apropriado de evolução. Isso quer dizer que o embrião precisa apresentar a quantidade de células esperada para o dia da análise e com uma fragmentação inferior a 25%. Além disso, existe outro tipo de avaliação do embrião, que ocorre por time-lapse, uma técnica cinematográfica que usa fotos de embriões com intervalos mais curtos, o que permite mais detalhes na avaliação, assim como desenvolvimento embrionário constante.

Pronto, agora você já está preparada para quando chegar a etapa de escolha do embrião na FIV. Mas não desista de tentar engravidar naturalmente! Saiba como isso é possível clicando aqui.

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