Como funciona o congelamento de óvulos

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Como funciona o congelamento de óvulos

Nem sempre os desejos pessoais estão em sintonia com as oportunidades profissionais. Em função dessa falta de timing da vida, algumas mulheres recorrem ao congelamento de óvulos para garantir a possibilidade de ter filhos futuramente.

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Mesmo que exista a chance de conceber um bebê após o congelamento, ainda há muitas dúvidas em relação a esse procedimento, como o risco de não conseguir engravidar ou de ter uma gravidez problemática. Isso se deve ao fato de que os óvulos não se multiplicam depois do nascimento, apenas diminuindo com o passar do tempo, até que acabam. Logo, quanto mais a mulher demorar, menor será o número de óvulos e pior vai ser a qualidade deles.

Vale ressaltar que mulheres possuem uma quantidade maior de óvulos quando ainda estão no útero de suas mães, lá pelo 5º mês de gestação, quando o número de óvulos é de aproximadamente 6 milhões. Após o nascimento, essa quantidade já cai para em torno de 1 milhão. Depois da primeira menstruação, o número chega a 400 mil.

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Logo, quanto mais perto da menopausa você estiver, menor será a sua reserva ovariana, o que dificultará uma gravidez usando os próprios óvulos. Portanto, congelar os óvulos é uma opção muito útil para muitas mulheres.

Congelamento de óvulos dá certo?

Se antes as mulheres só podiam preservar a própria fertilidade por meio do congelamento de embriões ou de parte do ovário, hoje já é possível congelar os óvulos, processo que passou a ser viável graças à vitrificação, que é uma técnica de congelamento em que os óvulos são congelados muito rapidamente, o que diminui os danos causados durante o procedimento, garantindo cerca de 90 a 95% de chance de sobrevivência dos óvulos que passam pela vitrificação.

Antes dessa forma de conseguir congelar os óvulos, era possível congelar embriões, opção que tinha como desvantagem a necessidade de um parceiro com vontade de participar no tratamento ou a seleção de um doador de sêmen.

Já a outra opção consistia no congelamento de parte do ovário, o que não era vantajoso porque havia a necessidade de passar por uma cirurgia para remover o tecido, o que reduzia a reserva de óvulos enquanto o congelamento acontecia, além de estar associada à incerteza de que o óvulo congelado seria aproveitado, uma vez que não havia comprovação da eficácia do tratamento.

Para conseguir óvulos vitrificados, é necessário seguir as seguintes medidas:

– Estimular os ovários com medicamentos que asseguram uma quantidade mais expressiva de óvulos;

– Captar os óvulos da mesma forma usada na fertilização in vitro;

– Analisar a qualidade dos óvulos captados;

– Vitrificar os óvulos;

– Fazer a manutenção dos óvulos em nitrogênio líquido sem um limite determinado de tempo.

Caso você opte por usar os óvulos que foram vitrificados, basta descongelá-los e fertilizá-los com espermatozoides. A partir disso, os embriões formados serão transferidos no útero e você precisará esperar em média  11 dias até realizar o tão aguardado teste de gravidez.

Porém, existem alguns empecilhos no tratamento de congelamento de óvulos, como a falta de garantia de que você irá conseguir engravidar, mesmo com a segurança que o processo proporciona. E ainda há eventuais complicações, como a possibilidade de ocorrer a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana.

Levando em conta todos os fatores que acabamos de explicar, converse com seu médico para decidir se o método acima realmente é o mais indicado para você engravidar no momento desejado.

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