Como o pólipo endometrial afeta a fertilização in vitro

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Como o pólipo endometrial afeta a fertilização in vitro

Muitas pessoas sabem que o pólipo endometrial pode afetar a gravidez natural, mas você sabia que durante a fertilização in vitro esse problema também exige atenção? Como fazer para aumentar suas chances de engravidar, então?

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A avaliação do endométrio, que é a camada mais interna do seu útero, pode ser feita a partir de um exame ultrassonográfico, para que o médico responsável analise a espessura e outras características endometriais cruciais para que a o embrião seja transferido com sucesso. Essa análise é indispensável, uma vez que há mulheres que apresentam comprometimento da cavidade uterina, incluindo mioma, septo, aderência, inflamação e o problema mais comum: pólipo endometrial.

Em geral, não há sintomas do pólipo endometrial, que nada mais é do que uma projeção mucosa da camada interna do útero. Se houver algum sintoma, este ocorre na forma de sangramento uterino anormal. Tal problema tende a afetar mulheres com mais de 40 anos de idade.

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Como o pólipo endometrial afeta a fertilização in vitro

Mesmo que a ultrassonografia aponte pólipo endometrial, o ideal é que você recorra a uma histeroscopia para ter um diagnóstico mais preciso. Esses dois exames possibilitam a visualização do pólipo, especialmente na etapa proliferativa, ou seja, entre o 6º e o 12º do ciclo.

Durante a fase secretora do ciclo menstrual, isto é, depois da ovulação, o endométrio fica branco, estado também conhecido como hiperecogênico. Trata-se de uma característica igual à do ultrassom que o pólico, o que complica o diagnóstico exato nessa etapa. O mais indicado para quem investiga a infertilidade é fazer a histeroscopia cirúrgica, com o intuito de remover o pólipo, o que amplia a taxa de implantação embrionária.

E a realização do exame anatomopatológico também não pode faltar. Estamos nos referindo à temida biópsia, que serve para ajudar o especialista a excluir a chance de que existe alguma malignidade, o que tornaria a situação mais difícil de resolver, afastando o seu sonho de engravidar.

Existe a possibilidade de o pólipo endometrial ser diagnosticado enquanto acontece a estimulação ovariana. Esse tipo de situação pode ocorrer por causa da falta de um diagnóstico por exame em fase inapropriada do ciclo. Outro motivo é o crescimento do pólipo apenas durante a estimulação. Normalmente, os pólipos que ficam maiores tendem a medir de 6 a 10 mm. Caso isso aconteça com você, dá para manter a estimulação ovariana.

Não esqueça que é possível congelar os embriões, que serão transferidos depois da polipectomia por histeroscopia cirúrgica. Esse tipo de transferência do embrião pode ocorrer no próximo ciclo, se o endométrio estiver numa situação adequada ou em poucos meses.

Uma alternativa para você é transferir o embrião com o pólipo mesmo. Porém, essa medida não é aconselhável para pólipos que estão com mais de 1,0 cm. O mesmo vale para pólipos que se encontram perto do fundo uterino. Portanto, tanto o tamanho como a localização são indispensáveis para que você decida se irá ou não fazer a polipectomia antes de transferir o embrião.

E também há uma dúvida que muitas mulheres têm quando passam pelo tratamento de fertilização in vitro. Estamos nos referindo à possibilidade de fazer histeroscopia de rotina antes do começo do estímulo.

Essa opção deve ser descartada, pois são poucas as mulheres com infertilidade que possuem pólipo. Recorra à histeroscopia somente quando a implantação embrionária falhar ou se o seu médico suspeitar que haja alteração endometrial antes do início do seu ciclo.

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