Qual é a relação entre sangramento e aborto

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Qual é a relação entre sangramento e aborto

Quando ocorre um sangramento durante a gravidez, a primeira coisa que passa pela cabeça da gente é que estamos abortando. Dá um desespero! Foi por isso que escolhi esse assunto tão delicado para abordar hoje, pois quero ajudar você a esclarecer as dúvidas sobre a relação entre sangramento e aborto.

Antes de mais nada, é importante lembrar que sangramentos no começo da gravidez são muito mais comum do que as pessoas pensam, acontecendo aproximadamente uma em cada três mulheres grávidas.

Porém, boa parte dos sangramentos termina de forma espontânea, inclusive nos casos de sangramentos depois de tratamentos de reprodução assistida, como a fertilização in vitro. Mas isso não significa que todos os sangramentos serão alarmes falsos, não afetando o restante da gestação.

É possível que o sangramento seja uma espécie de alerta para um aborto prestes a ocorrer. Sendo assim, você deve recorrer a exames que irão determinar precisamente pelo que seu corpo está passando, e quanto mais rápida você for ao hospital, melhores serão as chances de evitar o pior.

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Qual é a relação entre sangramento e aborto durante a gravidez?

A origem do sangramento pode ser do tipo subcoriônico, que ocorre no interior do útero, perto do lugar onde é formada a placenta, ou seja, entre a parede uterina e o córion, que é a membrana mais externa da bolsa. Esse tipo de sangramento também é chamado de hematoma sub ou retrocoriônico. Em geral, ele está ligado a um risco mais alto de aborto espontâneo, bem como deslocamento de placenta e parto prematuro. Uma parte do sangue que se acumula é escoada entre a parede uterina e o saco gestacional, saindo pelo colo do útero até surgir como um sangramento que costuma ser mais escuro ou no tom vermelho vivo.

Se você sangrar ainda nas primeiras seis semanas de gravidez e tiver uma elevação adequada dos títulos do beta hCG, trata-se de um sinal de somente uma ameaça de aborto, que não irá necessariamente evoluir, logo, dificilmente o aborto vai virar realidade nessas condições.

A maioria das causas de abortos está ligada a alterações genéticas na criança, o que faz com que as incompatibilidades com a vida forcem o corpo a expelir o bebê do corpo da mãe. Há ainda outras razões para abortos acontecerem, como a situação da imunidade materna ou a recorrência de abortos espontâneos, que gera um problema no útero ou um risco maior de trombose, prejudicando a formação da placenta e a nutrição do bebê.

Como agir diante de um sangramento?

Ao engravidar, uma das cosias que você deve saber é como agir diante de um sangramento, sem se desesperar na hora. O primeiro passo é avisar o seu médico, para que ele faça uma avaliação do que pode ter provocado a liberação de sangue, o que permitirá que ele te oriente conforme as características que você apresentar.

Durante a fase mais crítica, evite fazer sexo, pois as movimentações do útero enquanto ocorre a penetração profunda podem comprometer o estado do útero, levando a contrações uterinas depois das relações. O ideal é repousar bastante, mas isso não quer dizer que você deve ficar na cama o tempo todo e nem que um eventual aborto será evitado a partir do repouso.

Caso você recorra a um tratamento de reprodução assistida, é comum o uso de uma progesterona por via vaginal. O aumento dessa dose costuma ser indicado por alguns médicos quando acontece um sangramento.

Por fim, é importante conhecer bem o próprio corpo e como ele funciona, tanto antes como durante o período transformador da gravidez.

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